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Uma flor

Lembro-me de ter pensado que, de repente, tinha o coração maior do que o corpo e que lhe sentia os batimentos a latejar na minha garganta, como se todo eu estivesse prestes a explodir. Percebi, ali, do que era feito o amor à primeira vista que já via nos filmes e que era cantado nas músicas que a rádio passava, quando ia para a escola, no carro da minha mãe.   [CONTINUAR A LER]

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Até ao fim

Nunca te esqueças de uma coisa: a capacidade de brilhar não depende da idade. A capacidade de brilhar é intemporal. Não precisa de mais nada, nem de mais ninguém: só de ti. A capacidade de brilhar é uma consequência, única e exclusiva, da forma como lidas com a vida e da vontade que tens de não envelhecer também por dentro.   [CONTINUAR A LER]

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Saudade

De que tamanho é a saudade daquilo que vivemos, um dia, e que sabemos que não volta nunca mais? De que tamanho é o coração que tem a capacidade de a tolerar, durante anos, como se cada ano fosse somente mais um dia?   [CONTINUAR A LER]

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O que levamos no coração*

Uma mala de viagem não chega para uma viagem destas. Em momento algum. Porque o que levamos dentro de uma mala são apenas acessórios. Aquilo de que precisamos, verdadeiramente, numa viagem destas é do que levamos em nós. […] É acreditar que não será fácil, e que haverão muitos momentos de nostalgia pelo passado que deixamos lá atrás, mas que se tomou a decisão mais correta.    [CONTINUAR A LER]

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Amar sem medos

Não tenhas medo. Não tenhas medo das tuas emoções — sobretudo, das que te fervem no peito, das que parecem explodir na tua garganta, das que te fazem faltar o ar. Sobretudo, dessas: não tenhas medo. Elas só existem porque te permitiste viver. Elas só existem porque, dentro de ti, há um mundo inteiro por explorar e uma vontade genuína de te entregares à vida…   [CONTINUAR A LER]

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A ti, que ainda pensas nele*

Já passou tanto tempo. Mas, todos os dias, lembras-te dele. É mais forte do que tu, não é? Ele pode já não estar presente. Ele pode ter escolhido a vida sem ti. Ele pode ter-te virado as costas. E virou, e escolheu, e já não está presente — pelo menos, fisicamente. Mas tu, todos os dias, lembras-te dele. Todos os dias: como se o tempo não tivesse apagado nada.   [CONTINUAR A LER]

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Em bicos dos pés

São os pequenos momentos que contam. Os que surgem de improviso, sem aviso, porque sim. Aqueles que não se regulam por regras, por tempos, e que não têm sequer tempo para andarem preocupados com o que os outros pensam.   [CONTINUAR A LER]

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Gosto de sentir

Gosto de sentir. Mas, sobretudo, gosto de pensar que tudo o que sentimos vale a pena. Por isso, prefiro não catalogar as emoções de apenas boas ou más. Algumas doem. Nem todas são felizes. É um facto. Mas todas são importantes. De todas podemos extrair algo bom.   [CONTINUAR A LER]

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Laura Almeida Azevedo
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